domingo, 18 de julho de 2010

PEDRO LEOLINO MARIZ
Mestre de Campo
Bandeirante

DESCENDÊNCIA
Pais de Anna Mariz
Avós de Ana Alves de Macedo
Bisavós de João Pinheiro Torres
Terceiros Avós de Cândida Pinheiro Torres
Quartos Avós de Augusta Pinheiro Nogueira
Quintos Avós de Alzira Nogueira Reis
Sextos Avós de José Bento Vieira Ferreira
Sétimos Avós de Anamaria Nunes Vieira Ferreira


Notável sertanista da Bahia, que desde 1724 agiu nos rios Paramirim e das Contas, serras Branca e da Tromba, sendo figura de vulto no ciclo das entradas baianas em Minas Gerais.

Em 1729 foi investido do cargo de superintendente das Minas Novas do Araçuaí, então pertencentes a jurisdição da Bahia, sendo marcada a sua ação nessa dependência, firmando a sua reputação de um dos maiores bandeirantes da primeira metade do Século XVIII.

Foi ele quem, em 1725, prendeu o célebre régulo, chefe do sertão do rio São Francisco, Manuel Nunes Viana. No Fanado, a partir de julho de 1728, foi seguro organizador, homem de conselho, administrador e fiscalizador. Criou a Casa de Fundição de Minas Novas e continuou a sua ativa vida de pesquisador de riquezas minerais da região, até que pouco antes de 1747, encontrou as minas de salitre dos Montes Altos, que julgou de grande valor. E com o fracasso da extração desse minério, encerrou a sua trabalhada vida, tendo falecido em 1763, com mais de oitenta anos de idade.

Dicionário de Bandeirantes
Expansão – de Basílio de Magalhães -

Bandeirantes e Sertanistas Baianos – de Borges de Barros

A Conquista - de Pedro Calmon - História Geral – Varnhagen

O Coronel Pedro Leolino Mariz foi sertanista importante na história baiana nos descobertos de Rio de Contas e depois no de Montes Altos. Quando se descobriu ouro em abundância no Fanado e Bonsucesso, os irmãos Francisco Dias do Prado e Domingos Rodrigues do Prado, intentaram uma revolta incitando a população contra Sebastião Leme do Prado, que foi provido Guarda Mor dos descobertos e estava fazendo a divisão das lavras.

Para sufocar tal revolta e prover administração no arraial de São Pedro do Fanado, o Vice Rei Vasco Fernandes César de Meneses nomeou o Coronel Mariz Superintendente das Minas Novas do Fanado do Araçuaí. Tomou posse do cargo em 11 de Julho de 1729 e entregou o cargo ao presidente da Câmara da já vila do Fanado em 31 de Dezembro de 1730. Faleceu o coronel aos 25 de outubro de 1762, louvado e reconhecido pelo império como um dos grandes do seu tempo.

Valdivino Pereira Ferreira
Genealogia Norte Mineira


Correspondência original e cópias na maioria recebidas por Martinho de Mendonça e Pina e Proença, mas também por João da Silva Guimarães, Pedro Leolino Maris, remetida por Conde de Sabugosa, Conde das Galveias, Bernardo José Leitão, João da Silva Guimarães, João de Miranda Pinto, Pedro Leolino Maris (Mestre de campo comandante e superintendente geral das Minas da capitania da Baía).
'Forma do regimento que o coronel Pedro Leolino Maris a cujo cargo está a incumbência da conquista e guerra que se faz ao gentio bravio que insulta os sertões povoados e impede povoar as excelentes terras que habita'. 1727

Parecer de Pedro Leolino sobre a capitação e a arrecadação dos quintos do ouro. 1734. Contas de escravos, por Belchior dos Reis de Melos, 1734.
Edital de Pedro Leolino para evitar os descaminhos do ouro.

Cartas e outros papéis oficiais relativos ao Brasil
Torre do Tombo


1. PEDRO LEOLINO MARIZ. Nascido em 13 de Junho de 1682, na Bahia. Falecido em 25 de Outubro de 1762.

Ainda não conhecemos os antepassados de Pedro Leolino, para uns eram das Ilhas, para outros da Itália, e para outros ainda, da própria Bahia. Eu arrisco Olivença, em Portugal, reduto de vários Mariz e provável origem da sua mulher Bernarda Mariz d´Olivença. Enfim, é preciso ter paciência e aguardar que uma luz surja. Na Bahia encontramos um Mariz, natural das ilhas:


34. D. Francisco Mascarenhas filho 4. de D. Joam Mascarenhas III. Conde de Sancta Cruz, e da Condeça D. Beatriz sua espoza. Havia ocupado o posto de Capitão de Cavallos, e o de Mestre de Campo nas guerras da aclamação em a Provincia do Alentejo, quando se lhe passou a patente para este governo a 31. de Julho de 1665., e tomando menagem a 4. de Outubro, tomou posse a 28 de Novembro do mesmo anno, Em o de 1668. foi deposto, e prezo por alguns fidalgos, e povo desta Ilha; faleseu depois de muitos annos em Lisboa, sendo Estribeyro mor da Raynha. Em seu lugar puzerão a Ayres de Ornellas de Vasconcellos, natural da mesma Ilha, filho de Agostinho de Ornellas de Moura, e de sua mulher D. Brites de Mariz; o qual havia servido na Bahia, onde passou com o posto de capitam na Armada de Antonio Telles de Menezes, e com o mesmo posto acompanhou a D. João de Meneses, quando foi ter a França. Sucedeulhe//

Ceha – Madeira



Distinção
Habilitado para a Ordem de Cristo

Bandeirante Baiano
Foi Bandeirante na conquista do Sertão entre os rios de Contas, Pardo e São Mateus:

Para a conquista da região vizinha, Pedro Leolino Mariz, Superintendente das Minas, formou uma bandeira, entregando a direção a André da Rocha Pinto, em 25 de junho de 1727, ao qual conferiu um ‘Regimento’ de caráter extremamente militar. O objetivo da bandeira era explícito naquele regimento: conquistar o sertão entre os rios de Contas, Pardo e São Mateus, encontrar metais preciosos, estabelecer fazendas de gado, matar índios que se opusessem à conquista, estabelecer aldeias e destruir quilombos que fossem encontrados.

Religiões Afro-Brasileiras em Vitória da Conquista
Itamar Pereira de Aguiar
http://www.fflch.usp.br/sociologia/posgraduacao/jornadas/papers/st03-7.doc

Superintendente das Minas Novas do Fanado do Araçuaí
Foi nomeado durante a revolta no Arraial de São Pedro do Fanado com a missão de apaziguar a região e prover a administração.

Nomeado pelo Vice Rei Vasco Fernandes César para tentar sufocar a revolta e prover a administração no Arraial de São Pedro do Fanado.

Em 1726 (Memórias Históricas) Pedro Leolino Mariz, superintendente das minas do Estado, dirigiu com carta ao Governador, dando conta de haver seguido os roteiros do celebrado Muribeca, entrando, como ele, pelo Paramirim; e subindo o ribeirão de Nossa Senhora dos Remédios, encontrou um marco de boa pedra, diferente da do lugar, com 9 palmos de altura, cravado no chão, abaixo de uma grande cachoeira do dito rio, cujo leito continha muito ouro, provavelmente carregado de outra parte pela correnteza; encontrando mais na Serra Branca um fornilho e outros objetos de fundição deixados pelo dito paulista. Concluindo a dita carta, acrescenta Pedro Mariz, que se o serviço, por ele encontrado no rio dos Remédios, não foi efeito do tempo, seria exame do antigo "Belchior Muribeca", antes da descoberta dos haveres que promete em seus roteiros, os quais acha certíssimo, pois vai vendo todos os sítios com seus próprios olhos. Cumpre notar que essa exploração transpondo a serra e se encaminhando para oeste, afastando-se dos terrenos do rio de Contas, onde, apesar de possuir as maiores preciosidades mineralógicas do Brasil, jamais ninguém falou que lá existissem tais minas, indubitavelmente se dirigia para o distrito de Macaúbas lados de Brotas, antiga Chapada Velha.

Descrições Práticas da Província da Bahia
Durval Vieira de Aguiar - 2ª. Edição, Livraria Editora Cátedra,
Rio de Janeiro, 1979, Páginas 165 a 177.
http://www.macaubasemfoco.hpg.ig.com.br/aguiar.htm


Intendente e Comissário dos Diamantes
Em 20 de Setembro de 1757 foi nomeado Intendente das Minas e Comissário dos Diamantes.

Amostras de Salitre
Segundo Ernesto Carrara, por volta de 1750, enviou à Lisboa, amostras de salitre, retiradas da serra do Salitre, próxima ao Rio São Francisco.

Relatos de D. João Pimenta e August de Saint Hilaire

Em 1757, era intendente dos Diamantes no arraial do Tijuco (atual Diamantina) o senhor Tomás Robi de Barros Barreto. Nesse ano, baixou o Intendente uma rigorosa Lei com o fim de coibir o contrabando de diamantes. O termo de Minas Novas, que esteve sujeito à administração do vice-Rei Vasco Fernandes César de Meneses, sediado na Bahia, por Decreto Régio de l0 de maio de 1.757 foi reincorporado à Capitania de Minas, anexado à comarca de Serro Frio e sujeito à administração do Distrito Diamantino. Já a 20 de Setembro de 1757, é nomeado Mestre-de-Campo Pedro Leolino Mariz como Intendente e Comissário dos diamantes do distrito de Minas Novas do Fanado. Ao mesmo tempo, fez publicar em Minas Novas o seguinte Edital:

“Faço saber a todos os moradores das Minas Novas do Fanado que Sua Majestade foi servido reunir todo o distrito das ditas Minas, com suas tropas, que nelas se acham à comarca do Serro Frio o governo das Minas Gerais, ampliando a minha jurisdição por todo o referido distrito, onde até agora costumam retirar-se muitas daquelas pessoas, que foram exterminadas da demarcação dos diamantes, por entenderem que podiam existir no dito distrito; e suposta a boa-fé, com que até agora estavam, se faz ciente que não devem e nem podem de hoje em diante assistir no distrito novamente reunido, pelo que lhes assino o termo de um mês, para dentro dele despejarem o dito distrito, sob pena de serem degredadas por dez anos para o reino de Angola. (...)”

Parece que as leis, ordens e contra-ordens relativas à vida e aos trabalhos minerários na Demarcação Diamantina deixaram a desejar quanto ao seu cumprimento, durante muito tempo. Ou pelo menos até o ano de 1.771, quando os negócios fazendários do reino foram entregues à administração do implacável Marquês de Pombal. A 2 de agosto daquele ano, foi editado um minucioso regimento para o Distrito Diamantino, sob o qual padeceu tiranicamente o povo daquela demarcação.

Dentre as muitas prescrições, limitações, ordenações e ameaças, destacamos a seguir as dispostas em seu artigo X:

As pessoas residentes no Serro Frio e Terras Demarcadas que nelas têm casas, roças, lavras, ofícios ou negócios, ordeno que no termo de quinze dias contínuos e contados da publicação deste Regimento se apresentem ao Intendente Geral, que este ouvindo os administradores e o Fiscal depois de haver procedido a um rigoroso exame pelo qual conste que são pessoas ocupadas com a boa fé nos sobreditos ministérios lhe conceda licença por bilhetes por ele assinados, para se conservarem nos lugares de suas respectivas residências, registrando-se em um separado Livro de Matrícula todos os sobreditos, com a declaração dos seus respectivos empregos e exercícios para assim poder constar a todo o tempo quais são os que de novo se pretenderam introduzir por modo clandestino.

Que as outras pessoas que não puderem se legitimar na sobredita forma, sejam notificadas para saírem das referidas Terras no termo de quinze dias contínuos e contados daqueles em que as notificações foram feitas, debaixo das penas de serem presos e remetidos a sua custa ao Rio de Janeiro para ficarem reclusos nas Cadeias da Relação por tempo de seis meses. Que voltando sem licença às referidas terras, sejam presos e remetidos às mesmas Cadeias, para delas serem transportados ao Reino de Angola por tempo de seis anos. E que a respeito daqueles que se quiserem legitimar para irem se estabelecer de novo no Tijuco, ou qualquer outro dos arraiais vizinhos aos serviços, se examine; Primo - Qual é a justa causa com que foram estabelecer-se nas ditas Terras? Qual é o negócio que manejaram, para que pela combinação dos referidos fatos se conclua, ou se vêem com justa causa para se admitirem, ou se contrariamente são traficantes e de tais suspeitos, para serem logo notificados a saírem das referidas Terras debaixo das penas acima declaradas, não sendo achados em culpa que mereça outro maior castigo”. A julgar pelo caráter aventureiro de seus filhos, como já se mencionou aqui, o termo aventureiro cai bem a Manuel Luiz Pego. Ocorre, porém, que nem todos que se aventuraram na febre do ouro conseguiram fazer fortuna. E, como quer Oiliam José, muitos se tornaram improvisados agricultores.

http://belacapelinha.cantaminas.com.br/livrocapituloIIIa.htm


Sesmaria na Bahia
Foreiro dos Guedes de Brito no norte de Minas, então terras da Bahia:

Brasil: formação do estado e da nação‎ - Página 331 de István Jancsó - 2003 - 703 páginas
Estes últimos, por sua vez, alegavam ter recebido sesmarias continentais
naquelas partes.31 Os acadêmicos João Calmon (1668-1737), Pedro Leolino Mariz e

Historia territorial do Brazil: Bahia, Sergipe e Espírito Santo‎ de Felisbello Freire – 1906 Pág. 85
... propriedade do mestre de campo Pedro Leolino Marín


Fazendeiro
Em 1731 era Fazendeiro em Brejo das Carnaíbas, entre os atuais município de Guanambi, Igaporã e Caetité:

Fundição em Arassuaí
Teria estabelecido uma fundição em Arassuaí:

A idade de ouro do Brasil: dores de crescimento de uma sociedade colonial‎ - Página 144
Charles Ralph Boxer - 1963 - 374 páginas
Tal pacificação foi grandemente devida ao trabalho de dois homens, Pedro Barbosa
Leal e Pedro Leolino Mariz. Este último não só estabelecera uma fundição em ...

A Homenagem
Não sabemos se há parentesco ou simples admiração:

Em Brejo do Campo Seco sucederam Miguel Lourenço, na liderança do clã, o genro Antônio Pinheiro Pinto, o neto Inocêncio Pinheiro Pinto, que substituiu o Pinto lusitano pelo Canguçu do feroz felino sertanejo e o bisneto Exupério Pinheiro Canguçu. Com a dispersão familiar, rompeu-se a tradição de se orbitar um patriarca, no início do período republicano no Brasil. Matias João da Costa, natural de Travassos, termo da vila de Mon¬¬talegre, arcebispado de Braga, extremo norte de Portugal, limites com a Galícia espanhola, filho de Vicen¬te Gonçalves Branco e sua mulher Maria João, estabeleceu-se na fazenda Brejo das Carnaíbas, que se estendia por partes dos atuais municípios de Gua¬nambi, Ma¬tina e Igaporã. Antes dele esse latifúndio pertencera, talvez por arrendamen¬to dos Guedes de Brito, ao mestre de cam¬po Pedro Leolino Mariz, depois superintendente de Minas No¬vas, a quem Matias se vin¬culava.

Morrendo em idade avançada, Matias João deixou bens avaliados por mais de 17 contos de réis, inventariados em 1758 e divididos pelos 11 herdeiros, inclusive Manoel, fi¬lho da sua mulher Clara Gonçalves, falecida dez anos antes e “hum Bento Rodrigues de Oliveira”.

Quando enviuvou, em 1748, Matias ditou seu longo testamento, determinando extensas séries de missas em Caetité, Rio de Contas, Salvador, Lisboa, Travassos, Montalegre e Braga. O inventário de Matias João registra, em Brejo das Carnaíbas: engenho, alambique, canaviais, roças de mandioca, e milho, 23 escravos, 100 rezes, quatro cavalos.

Possuía terras também no Planalto da Conquista e Minas Novas, territórios da circunscrição militar do coronel Pedro Leolino Ma¬riz, comandante de um dos dois regimentos de ordenanças do município de Nossa Senhora do Livramento das Minas do Rio das Contas. Sua vinculação ao comandante mi¬liciano e superintendente de Minas Novas deixou marcas até em nomes de filhos: um chamava-se Antônio Leolino e outro Roberto Leolino Mariz, distinguindo-se dos demais, exceto Manoel, com sobrenomes Gonçalves da Costa.

História de Famílias:
Origens portuguesas de grupos de consangüinidades do
Alto Sertão da Serra Geral da Bahia
Esse texto, encontrado nos arquivos da ENSF, é de autoria ainda desconhecida.
Por: André Pereira Batista (5a Série)

http://www.brumadonet.com.br/descobrindobrumado/historia/familiabru.htm

Uma comunidade sertaneja: da sesmaria ao minifúndio : um estudo de história ...‎ - Página 220
Erivaldo Fagundes Neves - 1998 - 353 páginas
Joana Gonçalves (com Constantino de Gouveia Teixeira), Josefa Gonçalves da
Costa (com João Gonçalves da Costa), Roberto Leolino Mariz, Timóteo Gonçalves... Através desses dois livros de donativos reais, sabe-se que o Regimento do Coronel Pedro Leolino Mariz compunha- se inicialmente de cinco, ...

Residência
Em 1731 era Fazendeiro em Brejo das Carnaíbas, no vale do Rio das Rãs, entre os atuais municípios de Guanambi, Igaporã e Caetité, com roçaria e engenho de cana, arrendada de Dona Isabel Maria Guedes de Brito
(Ruínas e Mitos: A Arqueologia no Brasil Imperial - Johnni Langer; Poder Local Oligárquico: Alto Sertão da Bahia - Erivaldo Fagundes Neves)

Vida Militar
Em 1722 era Coronel da Infantaria de Ordenanças.

Torre do Tombo

Pedro Leonino Maris
18/03/1722
Registo Geral de Mercês de D. João V, liv. 13, fl.391
Carta Patente. Posto de Coronel da Infantaria de Ordenanças


As Andanças
Prestou serviços em diversos lugares do Brasil

Expansão geográfica do Brasil colonial‎ - Página 208 de Basílio de Magalhães - 1978 - 348 páginas
Em 1724, Pedro Leolino Mariz andou em missão oficial, por diversos pontos do
interior da... O referido Pedro Leolino Mariz, em 1726 prestou notável serviço...


Douto mas não Doutor
Na opinião de Varnhagen, Pedro Leolino era escritor correto e elegante.

Pedro Leolino Mariz não era doutor, embora fosse douto. Escritor correcto e elegante, como provam as cartas ou relatórios.


História geral do Brasil: antes da sua separação e independência de Portugal‎

Página 123 de Francisco Adolfo de Varnhagen, Rodolpho Garcia – 1952
(G.). m (Pág. 113)


Elogio
Em seu discurso de posse na Academia Brasileira de Letras, Pedro Calmon cita de modo elogioso Pedro Leolino Mariz.

Academia dos Esquecidos
Foi correspondente da Academia.

O superintendente das Minas Novas de Araçuaí, Pedro Leolino Mariz tinha pertencido à Academia dos Esquecidos, e agora participava na dos...


Esquecidos e renascidos: historiografia acadêmica luso-americana, 1724-1759‎

Página 140 de Iris Kantor - 2004 - 286 páginas


Estes últimos, por sua vez, alegavam ter recebido sesmarias continentais
naquelas partes. 31 Os acadêmicos João Calmon (1668-1737), Pedro Leolino Mariz e..


Brasil: formação do estado e da nação

István Jancsó - 2003


Tragédia
Pedro Leolino foi assassinado mas ainda não sabemos o autor embora se fale que seriam os Lemes e Prados. É fato que merece ser pesquisado.

... Assassinaram o superintendente nomeado Dr. Pedro Leolino Mariz, natural da Bahia.


História geral do Brasil: antes da sua separação e independência de Portugal‎ - Página 123 de Francisco Adolfo de Varnhagen, Rodolpho Garcia – 1952.

... assassinando o Corregedor Pedro Leolino Mariz, funcionário da justiça. Crime
escandaloso, que movimentou os dragões d'El-Rey, saídos no encalço dos


O Marquês de Pombal

Álvaro Teixeira Soares - 1983


O Primo
O único citado até agora como seu parente: Sargento Mor José da Silva Guimarães:


... Pedro Leolino de Mariz, pedindo auxílios. Estes foram trazidos pelo seu primo, o sargento mor José da Silva Guimarães, já em 1732, o qual veio do...


Dicionário de Bandeirantes e sertanistas do Brasil, Séculos XVI-XVII-XVIII ...‎ - Página 189 de Francisco de Assis Carvalho Franco, Comissão do IV Centenário da Cidade de São Paulo - 1954 -


José da Silva Guimarães era Bandeirante de grande mérito, filho do Emboaba Pascoal da Silva Guimarães. Foi pai de Dona Isabel Maria que abriu um recolhimento para moças em Minas Novas. E sogro do Mestre de Campo João Gonçalves da Costa.

Homenagens
É nome de Rua em Santo Amaro, na Bahia.
Em Vila Franca, em São Paulo.
No Bairro Jardim Eliza, Campo Limpo, em São Paulo.

O Espólio
De fundamental importância encontrar o documento a seguir.

Catálogo de manuscritos. Códices [e maços]: Códices e maços‎ - Página 243 de Universidade de Coimbra Biblioteca Geral, Augusto Mendes Simões de Castro - 1935
... do espólio de Pedro Leolino, e do sequestro feito nos bens dêste, em cujo
número entravam alguns escravos, (fls. 182). — Oficio do Conde de Azambuja,


Casamento
Casado, por volta de 1720, com Dona BERNARDA MARIZ D´OLIVENÇA, nascida por volta de 1700. Foram Pais de:

1.1 Luiza Mariz d´Olivença. Nascida em 1719. Falecida em 1798. Casada, em 22 de Maio de 1735, em Minas Novas, com o Sargento Mor Antonio Godinho da Silva Manso, nascido em 14 de Junho de 1714 e 25 de Outubro de 1788, nas Minas de Caeté, tendo fixado residência em Minas Novas, em 1729. Com Geração.

1.2. Anna Mariz, que segue.


1.3 José da Silva Mariz. Na dúvida. Em 4 de Março de 1802, fez requerimento pedindo confirmação de carta patente.

Antes de 1802
Requerimento de José da Silva Maris, pedindo a confirmação da carta patente do posto de capitão da Companhia de Ordenança do distrito das Cabeceiras da Gorutuba, do termo da Vila de Nossa Senhora do Bom Sucesso e Minas Novas de Araçuaí.

Documento 67565
Ahu – Acl – Cu – 011 – Caixa 162 – Documento 9958

Residência
Morador no distrito das Cabeceiras da Gorutuba, na Vila de N. Sra. do Fanado de Minas Novas.

Gazeta do Rio de Janeiro
A gazeta do Rio de Janeiro de 16 de dezembro de 1813 noticia também que tanto a navegação do rio Belmonte como a nova estrada aberta pela sua margem, vão sendo mui freqüentadas, e que no mês de outubro subira para Minas-novas o capital José da Silva Mariz e descera para Mugiquicaba o capitão José Pacheco Rolim, conduzindo um grande comboio de cargas de algodão; e além disto, que aquela navegação cada dia se torna mais segura, fácil e cômoda
Hipólito - Brasil
(Planos de colonização e de catequese e dificuldades do Rio como Capital)


2. ANNA MARIZ casada com DOMINGOS ALVES DE MACEDO, Patriarcas da Família Alves de Macedo.


Fonte:

Genealogia Norte Mineira

Valdivino Pereira Ferreira


Pesquisa

Anamaria Nunes



5 comentários:

carlos mota disse...

Caro Valdivino. Magnífico é o seu trabalho de pesquisa. Do leitor assiduo Carlos Mota.

Rene Mares disse...
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Rene Mares disse...
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Unknown disse...

Olá, meu avô se chamava Joaquim Vieira Leolino, ele pertencia a mesma região do coronel Pedro Leolino Mariz. Será se tinha algum parentesco? Busco incansavelmente sobre os antecedentes dele.

Rene Mares disse...
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